sábado, 12 de novembro de 2016

"A LIBERDADE DAS PALAVRAS"





Como a luz 
Brilha imponente no infinito 
A soma das letras na liberdade
Incontida de se expressar 

A liberdade e a união das letras
Formando palavras e versos
Compondo-se sonetos e poesias
Como por encanto inexplicável magia

Das noites de luar vividas em boemia 
Entre sonhos e meigas fantasias 
O sol no horizonte o dia vem clarear
Desperta o poeta em seus versos
Como pássaros livres pelos campos a voar

Como a luz do universo 
Que solitária se põem a brilhar
Uma fagulha surge por entre as frestas
Para a imaginação através das palavras se expressar 

A liberdade das nuas palavras 
Num universo incontido da imaginação
No infinito berço, invariável das letras 
A poesia ganha corpo entre versos e estrofes 
Une-se ao papel tão simples para se eternizar 


                         Poeta do Sertão
                              12-11-2016