quinta-feira, 26 de julho de 2018

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Um grupo formado por amigos escritores do BdE, que anseia por um "Mundo" melhor. Poetas idealizadores, realistas, ou não, os caçadores de fatos.



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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Download GRÁTIS do Capítulo 23 do livro: Eu Te Amo, Papai.


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do Capítulo 23 (A Promessa de Um Ateu) do livro Eu Te Amo, Papai.


Download-Capítulo 23-Eu Te Amo Papai

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O escritor Paulinho Dhi Andrade e a
modelo Jéssica Mayah


Jéssica Mayah



                                
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Eu te amo, papai

O livro conta a saga de uma menina que desde 1700 vem reencarnando no intuito de cumprir sua missão. Qual seria essa missão? Thainan teria que convencer seu pai a voltar a acreditar em Deus. Será que ela conseguirá?
EU TE AMO, PAPAI, é uma história que fala de amor, perdão e o valor da amizade sincera. O autor envolve sua própria vida no livro. Seria autobiográfico?

Procure nas Livrarias Saraiva e Cultura de todo o Brasil.
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Editora: Chiado Editora
Autor: Paulinho Dhi Andrade
Páginas: 220
Países: Brasil e Portugal
Sinopse: Eduardo Perrone
Correção ortográfica: Érica Cristiane
Poema de introdução com o tema da história: Rosa Cardoso.

A missão de Thainan é esclarecer a mente de seu pai a respeito da existência de Deus. Mas para isso ela teria que reencarnar diversas vezes... será que ela conseguirá?Qual o verdadeiro sentido da vida? Existe realmente o amor verdadeiro? E quanto a amizade sincera, o que pensar dela? A vida termina aqui ou continua após a morte física? Deus existe ou apenas fingimos Sua existência? O rio, sobe ou desce?



Livro Impresso
Muitos brincaram de ser Deus durante boa parte de suas vidas, e no entanto nada conseguiram a não ser a própria frustração como prêmio pelas falhas já previstas mas ignoradas. Se temos tanta certeza da morte, então por que tanta insistência em ser superior? E o ato de oferecer a própria vida para que outro continue seria um ato de superioridade?
Tantas perguntas... tantas...
Leia o livro: Eu Te Amo, Papai, e encontre suas próprias respostas.



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Um livro vai para além de um objeto. É um encontro entre duas pessoas através da palavra escrita. É esse encontro entre autores e leitores que a Chiado Editora procura todos os dias, trabalhando cada livro com a dedicação de uma obra única e derradeira, seguindo a máxima pessoana “põe tudo quanto és no mínimo que fazes”. Queremos que este livro seja um desafio para si. O nosso desafio é merecer que este livro faça parte da sua vida.

 Download Grátis-Capítulo 23.
Livro Impresso
O Brasil é formado de “muitos pedaços de um Brasil”, que, segundo creio, tem apenas um lugar comum: Sua gente humilde. E esse Brasil, tão diverso, tem nessa gente a sua síntese mais real, histórica, religiosa e socialmente falando. O Brasil só pode ser contado, com precisão e imparcialidade por essas bocas, que neste livro exclamam: EU TE AMO PAPAI. Iniciando o seu relato, o livro inicia suas narrativas a partir da Sociedade Brasileira, dividida entre a inexata noção do que fora a escravatura, e a completa desorganização Social que a Abolição provocou nas classes sociais brasileiras. Ao longo da narrativa, personagens nascem, e se fundem à outros , num processo claro da filosofia que crê nas encarnações presumidas, formando um legado, onde a unidade familiar é a peça-mestra, e que se mantém coesa ao longo do tempo. No ano de 1968, em plena efervescência políticosocial de um país mergulhado nas trevas da Ditadura, o personagem central nasce. E, as dificuldades das pessoas mais humildes aumentavam exponencialmente, pois o país exigia custos cada vez maiores. Enquanto isso, nosso personagem crescia, pelas periferias da cidade, pela periferia da sociedade... E cresce, até encontrar o caminho mais cruel do definhamento: As drogas, lícitas e ilícitas.
Logo, uma sucessão de fatos previsíveis tem início, numa espécie de Triller Tupiniquin, onde furtos, roubos e vários outros ilícitos penais sustentam vícios, necessidades e esperanças. A vida seguia assim, sem rumo. Até que o destino – sempre ele – coloca nosso Quixote de encontro com duas formas de sensibilização humana: A Arte e a Religião. Uma puxando a outra, e ambas puxando-o para si. Uma reorganização pessoal iniciava, mas logo seria derrubada pelas faticidades que fazem, de toda gente humilde, um exemplo dos resultados do Sistema. E novamente o declínio, novamente a sarjeta. Mas... eu falava de gente humilde, não é? E da veracidade que as estórias,
passadas de boca em boca, davam à História... Pois então... Nosso personagem se revela, na verdade, uma continuação de personagens pretéritos, que, em renascimentos sucessivos, firma um compromisso pessoal e familiar de sobrevivência e de narrativa. Para ele a morte é, apenas, um momento a ser passado. E o passado...é o presente repaginado...
Paulinho Dhi Andrade













BIOGRAFIA do AUTOR
Paulo César Batista Bomfim
(Paulinho Dhi Andrade)
Por: Ruy de Oliveira

Filho do frentista Ruy Silva Bomfim e da empregada doméstica Eunice Batista Bomfim, ambos baianos, ficou órfão de pai aos 6 anos de idade. Aos sete entrou para uma escola estadual, onde se tornou repetente logo no 1° ano escolar por duas vezes. Após passar para o 2° ano escolar teve o mesmo problema. Na verdade o garoto não prestava muita atenção às aulas, e o motivo parecia ser a fome que o atormentava constantemente. Pois numa casa onde uma família com 6 crianças em que todos passavam fome devido não haver nem mesmo pão velho para comer, ficava difícil para se manter atento a qualquer atividade.
Paulinho e seus irmãos apanhavam muito do padastro e de alguns parentes que se achavam no direito de repreendê-los com agressões físicas. Aos 11 anos, em 1979, mudou-se para a Zona Leste de São Paulo, especificamente para a cidade de São Miguel Paulista. A princípio odiou tudo aquilo. Pois São Miguel Paulista era praticamente o oposto da cidade de Embu das Artes, sua cidade natal. Aos poucos foi se habituando ao novo bairro.
Aos 15 anos durante um curso de pintor letrista em uma escola profissionalizante do governo, recebeu do diretor um exemplar do livro "Coração de onça" da coleção vaga-lume por ter sido o aluno que mais freqüentou a biblioteca num período de quatro meses. A partir daí Paulinho começou a se interessar mais pela leitura, chegando a produzir seus primeiros poemas. E a leitura lhe foi bastante útil fazendo com que o mesmo se interessasse por muitos outros títulos tais como: ciências ocultas, filosófica, religiosas, psicológicas e artes em geral.
Desde a mais tenra idade já demonstrava aptidão para o desenho artístico tornando se autodidata no ofício passando assim a desenhar retratos de pessoas famosas da época tais como: Menudos e Michael Jackson vendendo seus desenhos para os colegas da escola estadual Pedro Viriato Parigot de Souza onde estudava desde 1980.
Foi aos treze anos que o menino que já dava problemas na escola devido ao seu gênio e mau comportamento, teve seu primeiro contato com entorpecentes. Aos 17 foi parar na FEBEM por duas vezes num espaço de dois meses por ter cometido assaltos a mão armada nas ruas de São Miguel Paulista. Dentro da unidade da FEBEM, teve um tremendo choque ao conhecer dois garotos que após uma curta conversa ergueram suas camisas e mostraram-lhe suas barrigas cheias de bolhas d’água com algumas formigas encolhidas como se fossem fetos em bolsas de placenta. Os policiais que os haviam pegos os deitaram em um formigueiro para fazê-los confessar onde estava a arma que supostamente usaram para cometer um assalto.
Aos dezoito anos após algum tempo usando entorpecentes, resolveu parar de vez e começou a praticar esporte. Durante cinco anos praticou Kung-fu chegando a receber medalha de prata em um campeonato municipal. Durante essa época casou-se com Miriane Carolina de Aragão, tendo com a mesma, três filhos; Camila, Caio e Karina. Seu casamento desde cedo passou a ser conturbado, pois os gênios de ambos não eram compatíveis. Foram quatro separações num período de 15 anos, e uma delas durou cerca de quatro anos. Foi durante essa separação de quatro anos que Paulinho conheceu uma amiga que logo se tornou sua nova namorada tendo com a mesma um relacionamento de dois anos.
Vera Lúcia havia feito uma operação para retirar um tumor da cabeça, e após a cirurgia a mesma passou a ter dores constantes no local da operação, sendo que nem mesmo os médicos conseguiam lhe ajudar a amenizar tal incômodo. Paulinho talvez por ter sofrido muito na vida havia se tornado um tanto cético em relação a milagres, mas como sua namorada e toda sua família possuía crença religiosa, o mesmo resolveu fazer uma promessa por ela. Ele foi caminhando da cidade de São Miguel Paulista até a cidade de N. S. Aparecida do Norte, onde rezou e acendeu velas cumprindo sua palavra para que a enxaqueca que tanto incomodava sua namorada tivesse um fim. A família de Vera Lúcia ficou admirada com tamanha coragem e demonstração de carinho que Paulinho demonstrou à Vera Lúcia, principalmente vindo de alguém que vivia dizendo não ter religião ou qualquer afeto religioso. O interessante em tudo isso é que a dor de cabeça de Vera Lúcia realmente teve fim.
Após sete anos de abstinência, Paulinho voltou a usar drogas constantemente. Atraído pelo submundo do crime, Paulinho quase acabou com a própria vida devido ao uso demasiado de cocaína e álcool. Em 2000 foi internado em uma clínica psiquiátrica por cinco meses, voltando a usar drogas assim que se viu livre novamente. Foi durante essa internação que conheceu o psiquiatra Dr. Roberto, que o presenteou com um livro de Albert Camur, "O estrangeiro" e "A peste". Passou a consumir tanta droga que se endividou com traficantes. Talvez a única maneira que o mesmo encontrou para saldar tais dividendos foi trabalhando para os mesmos.
Após sua quarta "Overdose" e várias internações na ala psiquiátrica do hospital Santa Marcelina no bairro de Itaim Paulista, aceitou ser internado em uma clínica evangélica na cidade de São Vicente litoral paulista. Não suportando o regime da mesma, pois achava ridículo louvar a um Deus que supostamente o havia abandonado, ameaçou cometer suicídio. Acabou sendo excluído do local. Após duas semanas em, 25 de janeiro de 2004, aceitou visitar o Instituto Phoenix, uma clínica de recuperação para dependentes químicos em Bragança Paulista, interior de São Paulo, e acabou ficando por lá mesmo num período de sete meses. Após tal período de tratamento Paulinho deixou de usar drogas. Wagner, o dono da clínica demonstrou não ser apenas um empresário, mas sim um grande amigo de Paulinho, pois o mesmo demonstrou-se grande admirador de seus trabalhos literários.
Inúmeras pessoas fizeram e fazem parte da vida de Paulinho Dhi Andrade, tais como: O jornalista Luís Mário, o artista plástico e escultor Juarez Martins, o ator e diretor de teatro Cristiano Vieira, seu irmão caçula Sidney Bomfim, ator e artesão, cujos bonecos (mamulengos), estão espalhados pelo Brasil a fora. Cida Santos, escritora e socióloga. Sacha Arcanjo, grande organizador de eventos culturais na Zona Leste de São Paulo. Zulú, cantor e compositor, Cauê Bonifácio, grande ator de teatro, professor de história e geografia. Aluizio Alves Filho, grande escritor carioca. A excelente professora de literatura dona Eliana, grande admiradora de seus poemas. O professor de literatura Gilberto e sua esposa Carmelita. O escritor Alessandro Buzo e o crítico literário Jonilsom Montalvão. E modéstia parte, eu, Ruy de Oliveira.
Paulinho Dhi Andrade teve muita influência dos livros adquiridos em sebos. Boa parte de seus poemas refletem um aprendizado anti-religioso, talvez até anticristão. Não pelo fato de não crer em um Deus, mas sim por não aceitar certos critérios religiosos impostos por "pseudos-santos" que se acham iluminados por uma luz divina. Há quem o considere discípulo de NIETZSCHE, outros o consideram louco. Eu particularmente o considero original.
O escritor carioca Aluizio Alves Filho e a escritora Cida Santos o compararam ao dramaturgo Plínio Marcos. Paulinho tem como favoritos os poetas e escritores, Fernando Pessoa, Cecília Meireles, Nietzsche, Schopenhauer, Albert Camur e ele mesmo.
Em 1990 fez um curso por correspondência para aprender a linguagem técnica de desenho artístico e publicitário, curso este que lhe deu maior intimidade com a arte e o propiciou a trabalhar na área de propaganda visual. Em 1992, apaixonado por "Agatha Christie" fez um curso de Detetive Particular, mas nunca exerceu a profissão. Por outro lado, aprendeu algumas técnicas de investigações, principalmente o fator psicológico de um criminoso. Daí em diante, se interessou muito mais por romances policiais e acabou escrevendo dois contos de cunho detetivesco, "Quem matou dona Izaura?" e "A casa de Helena”.
Em 1999, com material suficiente para produzir um livro de contos, Paulinho endividado até o pescoço, teve que contar com a ajuda de amigos para pagar a editora. Seus amigos que trabalhavam no mesmo Hipermercado juntaram "latinhas" para que ele reciclasse e assim conseguisse pagar o editor. Na época ele ainda estava separado de Miriane Carolina, mesmo assim a mesma o ajudou com uma pequena quantia que possibilitou a produção de 300 livros com 60 páginas, intitulada: "A tragédia dos mentirosos". Em 2003, fez um curso de literatura portuguesa e brasileira por correspondência num período de dois anos.
Paulinho Dhi Andrade é muito agradecido à sua ex-esposa Miriane Carolina, a seu irmão Sidney Bomfim e à sua irmã Rosemeire Bomfim por tê-lo ajudado a se livrar das drogas. A ajuda foi tão valida que até mesmo o cigarro ele deixou de lado. Parou de fumar no dia 02 de janeiro de 2005.
Até o dado momento, a vida de Paulinho Dhi Andrade vem sendo abalada pela depressão. O isolamento tornou-se constante em sua vida. O fato de não poder mais beber ou usar outro tipo de alucinógeno o faz ficar em casa, sem poder participar nem mesmo de pequenas festas infantis. O acumulo de perdas e dores emocionais o fizeram ter medo da própria vida. Certa vez eu o encontrei chorando sentado em um banco de uma praça e lhe perguntei qual o motivo das lágrimas. O mesmo me respondeu com outra pergunta: "Se você tivesse duas opções, chorar ou matar alguém, qual delas você escolheria?" Respondi que preferiria matar alguém. Ele então me olhou bem nos olhos e se levantou. Em seguida foi embora me deixando sozinho na praça, era uma quinta-feira e o tempo estava nublado. Essa foi a última vez que o vi, nunca mais nos encontramos. A última notícia que tive dele foi através de uma amiga nossa. Fiquei sabendo que o mesmo estava detido em uma delegacia de policia por ter agredido dois policiais militares após ter discutido com sua ex-esposa Miriane. A mesma havia ficado assustada com a discussão e chamou uma viatura. Segundo a versão de Paulinho, um dos policiais o ofendeu chamando-o de "negrínho safado", isso foi o suficiente para que os policiais militares tomassem prejuízos nas mãos de um homem que não aceita de forma alguma ter sua raça ofendida. Paulinho foi autuado e assinou dois artigos, um por agressão e outro por desacato.
Apesar de não ter uma religião, e não aceitar certos critérios religiosos, Paulinho Dhi Andrade possui um bom coração, pois o mesmo está sempre fazendo algo pelo próximo. Está sempre disposto a ajudar os menos favorecidos. Certa vez eu estava em meu pequeno barraco sem nada para comer, quando ele chegou trazendo às costas uma cesta básica de tamanho médio. Seus sapatos estavam cobertos de lama. Ele despede o garoto que lhe mostrara onde eu morava dando-lhe uma moeda e entra sem cerimônias. Cumprimentamo-nos e começamos um dialogo formal e amistoso. Tomamos café fresco feito por ele, pois se tinha uma coisa que ele não gostava era do meu café. Segundo ele, somente sua filha Camila Carolina sabia fazer café melhor que o seu. Rimos muito disso. Depois ele foi embora de baixo de uma garoa fina deixando sobre a mesa uma quantia suficiente para eu comprar gás de cozinha que já estava acabando e um pequeno bilhete onde estava escrito: "FELIZ ANIVERSÁRIO MEU AMIGO". Era 02 de abril de 2005.
Ruy de Oliveira, ex-morador da favela Pantanal no Itaim Paulista, foi encontrado morto em seu barraco numa cama feita com tijolos de barro. Foi constatado que o álcool enfraquecera seu coração e arruinara seu fígado. No local foram encontrados muitos livros de suma importância filosófica e poética. O texto biográfico de Paulinho Dhi Andrade foi encontrado dentro de um exemplar de "A tragédia dos mentirosos". Ao lado de sua cama havia uma garrafa de plástico com uma pequena quantidade de bebida alcoólica Morreu alguns dias antes de completar 37 anos de vida, no dia 23 de março de 2006, dia que Paulinho Dhi Andrade aniversariava...

ATENÇÃO!
É preciso encomendar o livro, o prazo de entrega é de até 15 dias.. Pode-se comprar pelo Site da Cultura. .
Para quem mora no Brasil:
Livraria CULTURA

Para quem mora em Portugal:
Livraria Bertand
Livraria Fnac

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Página do livro: Eu Te Amo, Papai

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quinta-feira, 12 de julho de 2018

4º Encontro Biblioteca Viva Pedro Navas


Nessa quinta feira 12/07 fiz mais uma apresentação poética e teatral para o projeto Biblioteca Viva, na Biblioteca Pedro Navas em Santana.

Seguem algumas fotos do eventos








Uma Noite no Bar

Um presente muito lindo que ganhei de minha amiga Somaia Marguerite Gonzaga. Ela pegou um de meus textos e fez um vídeo narrando-o. Assistam e se gostarem, por gentileza, compartilhem. 
Muito obrigado a todos. Tudo de bom.






quarta-feira, 11 de julho de 2018

Projeto PEGAÍ - Leitura Grátis



Idomar Cerutti
Diário dos Escritores, olá, meu nome éIdomar Cerutti, sou professor universitário e coordenador de um projeto de incentivo à leitura em Ponta Grossa-PR, chamado "Pegaí - Leitura grátis".
  
Nós recebemos a doação de livros de literatura (novos e usados) e disponibilizamos para os leitores em locais públicos (criamos eventos itinerantes para isso e temos parceiros que cedem o espaço físico de seu estabelecimento/empresa para mantermos estantes permanentes).
Os leitores não precisam fazer registro algum no projeto. Quando a pessoa tem interesse em algum título, basta pegar na estante, levar para casa, ler e devolver, da mesma forma que acontece em uma biblioteca comum. Para a devolução, temos pontos de coleta espalhados por toda a cidade.
Estou escrevendo porque gostaria de convidá-los a participar do nosso projeto doando alguns exemplares de livros para que possamos aumentar nosso acervo.
Grande abraço e muito obrigado.
“Um país é feito com homens e livros.” Monteiro Lobato.


Pegaí garante acesso à leitura em Ponta Grossa
As crianças já aderiram a Proposta do Pegaí. Registro da Pegada Cultural realizada durante caravana gastronômica de Ponta Grossa
  
 Proposta disponibiliza leitura grátis em diversos pontos públicos da cidade


A democratização da leitura. Foi com este objetivo que surgiu em Ponta Grossa o Pegaí LeituraGrátis, iniciativa sem fins lucrativos, não governamental.  Em junho de 2013 a ideia do professor universitário Idomar Augusto Cerutti de “aproximar livros sem leitores de leitores sem livros” saiu do papel e foi para as ‘ruas’ do município. Desde esta data, o professor vem incentivando a doação de livros literários, para que ruas para que mais pessoas tenham acesso e o hábito à leitura. A partir das doações, o idealizador foi ‘montando’ estantes em locais públicos para que as pessoas pudessem emprestá-los e lê-los, a seu tempo.
E não é que a ideia deu certo. Em seu primeiro ano, o Pegaí já havia disponibilizado aproximadamente 20 mil livros a novos leitores. “Recebemos através de doações, em média, 1,6 mil livros ao mês”, exulta Cerutti, que destaca que tanto pessoas físicas, como jurídicas podem realizar doações. Hoje o Pegaí já conta com várias Editoras parceiras que enriquecem ainda mais a campanha de Leitura Grátis. “Algumas delas até já ‘adotaram’ estantes”, conta o coordenador, explicando que para adotar uma estante basta mantê-la sempre com livros.
A voluntária Tatiana Tome empenhada durante mutirão do Pegaí. Nas ações, grupos de voluntários separam, registram e etiquetam os livros recebidos

Para dar conta de todas as doações e dos pontos de disponibilização de livros, um grupo de voluntários foi se formando, e já passa de 90 pessoas que tem um objetivo em comum: disponibilizar novas leituras, novas possibilidades, a um número cada vez maior de leitores. E para alcançar passos cada vez maiores, o Pegaí Leitura Grátis viu a necessidade – ao completar seus dois anos de funcionamento – de criar o Instituto Pegaí. “Vimos que para viabilizar novas doações e parcerias tínhamos que nos formalizar”, justifica Cerutti, destacando ainda que a entidade jurídica formalizada possibilita ainda  expandir o Pegaí em um formato de  franquia social em outros municípios – uma proposta que já está na lista de afazeres do grupo envolvido.
Além de todos os voluntários, o Pegaí conta com uma teia de empresas parceiras, sempre prontas a prestar serviços pela democratização da leitura. São produtoras, agências de propaganda, empresas de impressão, gráficas, empresas de transporte, reparadora de veículos – que realiza a restauração das estantes - e até supermercado que ajudam a manter a proposta de Leitura Grátis. “Todas estas parcerias garantem a auto-suficiência do Pegaí”, aponta seu idealizador.
Pegaí com foco na sustentabilidade. Painel Elétrico que seria descartado virou armário da proposta de Leitura Grátis
Além da sustentabilidade econômica, com sua auto-suficiência, o Pegaí visa suas ações na sustentabilidade ambiental. As estantes e os pontos de coleta espalhados pelo município são todos produzidos de material de reuso, como geladeiras, computadores, caixas de frutas e até painéis elétricos antigos que seriam descartados.  O desperdício de papel também não vale. A parceria com gráficas possibilita a divulgação do Pegaí, sem desperdícios. Os marcadores de página com a proposta são produzidos por estes parceiros com o ‘resto’ dos papéis utilizados na empresa. Este material de divulgação serve ainda para mostrar o trabalho de artistas locais. “Colocamos tirinhas de diversos autores para ilustrar o Pegaí”, conta Cerutti.

Como funciona:
Para doar - Qualquer pessoa, de qualquer lugar do Brasil ou do exterior, pode fazer doações. Há inclusive pontos de coleta em outras cidades do Brasil. Para verificar a lista com estes pontos basta acessar http://www.pegai.info/#pontos-coleta. 

O Pegaí precisa de obras do “gênero literário” (poesia, soneto, romance, crônicas, contos, ensaios, entre outros), indicados para crianças, jovens ou adultos. Livros de estudo, técnicos, religiosos, listas telefônicas não são aceitos“Nosso foco é incentivar o hábito da leitura, por isso não aceitamos este tipo de material, mais voltado aos estudos ou consultas”, explica o coordenador do Pegaí.

Para ser voluntário – Basta ter comprometimento e responsabilidade. Os voluntários podem doar seu tempo ou seu talento ao Pegaí.

Para ler – Os livros do Pegaí podem ser retirados nas diversas estantes espalhadas em locais públicos da Cidade de Ponta Grossa. Não é necessário fazer cadastro. Para devolvê-los há as caixas de coletas, os livros não devem ser devolvidos diretamente nas estantes, já que desta maneira os voluntários ficam impossibilitados de contabilizar os números da proposta, como as devoluções.
Os livros do Pegaí são separados e registrados pelos voluntários do Projeto, que carimbam, colocam etiquetas e os classificam por faixa etária.



Professor transforma espaço público em biblioteca em Ponta Grossa, PR

'Projeto Pegaí - Leitura grátis' empresta livros para quem passa pelas ruas


Reportagem:
Rede Globo - Como Será? 
Com Sandra Annenberg



                                                                      




                                                                   Spot Rádio 1





Assessoria de Imprensa: Luciane Rosas Rodrigues MTB 6541.
Contato: imprensa@pegai.com.br| (42) 91054605.


Mais Informações:
Fan Page: www.facebook.com/ProjetoPegai.
E-mail: contato@pegai.info/imprensa@pegai.com.br
Fone: (42) 9917- 4888.

Endereço Postal:
Projeto Pegaí - Leitura Grátis
Ac.: Idomar A. Cerutti
Rua: Comendador Miró, 1399 - Centro
CEP.: 84010160 - Ponta Grossa - PR

Créditos das fotos: Idomar Cerutti.


Obs.: Para quem mora em São Paulo - Capital, o Frete é Grátis


Curta e se increva no nosso Canal no Youtube: Projeto PEGAÍ

terça-feira, 10 de julho de 2018

Ponto de Leitura Vila Mara

Como acho bom sempre ter um cantinho para ler um livro... o bom de tudo isso é saber que pessoas, engajadas, sempre estão dispostas a promover lugares assim. 
Venham conhecer o Ponto de Leitura da Vila Mara.




Nosso endereço é:
Rua Conceição de Almeida,170 - Vila Mara.
São Paulo
Ligar (11) 2586-2526

Horário de funcionamento:
10:00 às 18:00.

Encontre a gente no Facebook: Ponto de Leitura.