quarta-feira, 16 de março de 2016

Entrevista - Irene Chesman

Fonte da imagem: Irene Chesman

Diário - Nome, pseudônimo, data de nascimento e cidade natal.  
Irene - Irene Chesman,  19 de setembro de 1953, Brumadinho

Diário - Quando descobriu o interesse por literatura?
Irene - Quando descobri o interesse por literatura ?.Sempre gostei muito da leitura.
Mas sempre li muitos livros espiritas.

Diário - Qual foi o livro que menos gostou?
Irene - Todos que li gostei. Gostei de todos não tenho como dizer o que menos gostei.
Mas se tenho que dizer o que mais gostei foi,. “O preço de ser diferente”.

Diário - Como encara o momento crítico que o Brasil e outros países estão passando economicamente?
Irene - Bom pelos meus conhecimentos ,posso dizer pelo nosso Brasil .Está passando por grave   resseção  principalmente moral. Eu encaro particularmente sem alarde. Claro que temos que ter maturidade, mas não sou pessimista. Creio, que depois da tempestade virá uma calmaria.

Diário -Como encara a Era Digital, acredita que tomará conta futuramente do processo editorial ou sempre estará em condições paralelas?
Irene - A era digital já toma boa parte do processo editorial, más penso que sempre estará em condições paralelas

Diário - Como encara a educação escolar no Brasil? Ainda temos muito que aprender ou já estamos num patamar equivalente a outros países desenvolvidos?
Irene - A educação brasileira esta deixando muito a desejar. Pois ainda temos muito que aprender. Não estamos equivalente a outros países. A tendência e piorar, pois os próprios professores  estão sendo desvalorizados  em nosso pais . Os primeiros que deveriam ser valorizados, são os professores e as escolas e não é o que acontecendo, assim fica difícil.

Diário - O que pensa a respeito da linguagem dos jovens de hoje, acredita que se trata apenas de uma moda ou é um novo método de comunicação viável e futurista?
Irene - Sobre a linguagem dos jovens, acredito ser apenas a onda do momento, pois nós também tivemos a nossa linguagem a nossa onda, algumas permaneceram por longo tempo. Más quando vem outras gerações, muda-se todo o conceito, e tudo fica defasado. E inventam outra linguagem outros meios de comunicações. É alei do progresso.

Diário - Acredita que os brasileiros leem pouco?
Irene -Sim, o brasileiro pouco lê.

Diário - Cite três países exemplares em questão de leitura?
Irene - Índia –Ásia – Tailândia.

Diário - Qual seu escritor preferido?
Irene - Agatha Christie

Diário - Qual seu poeta preferido?
Irene - Victor Hugo.

Diário - Com qual livro se presentearia hoje?
Irene - "Lágrimas não é só de quem chora."..

Diário - Qual livro gostaria de ter lido?  
Irene - "O futuro da humanidade", "A hora do Adeus.".

Diário - Cite três livros que gostaria de ler na primeira oportunidade.
Irene - Eu te amo, papai". "Em algum lugar do passado" e "Eu voltei.".

Diário - Em poucas linhas, diga-nos, quem é Irene Chesman
Irene - Sou  uma mulher vivida, tenho uma fé inabalável, mas com um bom raciocínio, mas aceito ideias novas .Estou aberta para o aprendizado sempre . Não tenho ambição, mas aceito um bom desafio.
Esta sou eu –Irene Chesman