domingo, 17 de janeiro de 2016

Entrevista - Thymonthy Becker


(Obs.: a forma de escrever do entrevistado é devido ele ser estrangeiro e não estar habituado completamente com nossa língua.)



 -) Nome, pseudônimo, data de nascimento e Cidade Natal.

 Thymonthy: Thymonthy Thymberthy Becker Pwalwer Kkall Llee
 Thymonthy Becker, 26/01/1976
 Nascimento: New York City / New York / USA. Registrado: Newark / New Jersey / USA

-)  Quando percebeu o interesse pela literatura?

Thymonthy: Quando os meus 12 anos. Vendo um monte de eventos que aconteceram a nós em nossa família, decidimos escrever sobre eles. E este foi o primeiro livro que eu escrevi. Era chamado de "326", que foi o número de nossa casa em Newark. Atrás dele tem uma história muito legal, uma vez que foi escrito este livro, outra vez que eu vou te dizer como foi.

 -) Em seu país a literatura é bem difundida, divulgada,

Thymonthy: Generalizada, disseminada, incentivados e mostrado como um modo de ser e ter sucesso na vida. Apesar dos avanços tecnológicos de smartphones e computadores, cerca de 90% dos americanos le pelo menos um livro por ano e quase todas elas, acreditamos que nem toda a informação está disponível no site. A leitura é um hábito saudável e tê-lo como indispensável para um crescimento profissional

 -) Vê alguma diferença das editoras brasileiras ou de outros países em relação ao seu país? Qual?

Thymonthy: Eu vejo sim. Editoras do Brazil, por exemplo, têm medo de correr riscos. E quando o fazem timidamente.
Não me refiro apenas em relação a novos autores, mas no acompanhamento da evolução gráfica diferente.
Geralmente, espera-se que os Estados Unidos lançar a ideia e, em seguida, outras editoras fora do mundo para a cópia.
O progresso intelectual, da democracia e da economia de qualquer país são insustentáveis sem indústria editorial. Meu país vê desta forma, outros países, não dizem tudo, mas eu acho que o Brazil está entre eles, ver a indústria editorial como uma maneira de ganhar dinheiro apenas, por não dar a devida importância aos autores, leitores, que são uma parte essencial e próprio país, que depende destes leitores para fortalecer a democracia, conhecimento e valor humano.

  -) O que tem a dizer a respeito da nova onda de livros digitalizados, e-book’s?

Thymonthy: É a evolução. Não podemos ficar parados e não para trás. Nós só podemos avançar. E seguir em frente neste momento na história gráficos, são o e-book's.
Editores de meu país, como Viz, e Panini na Italy, oferecem toda a sua colecção de arte gráfica em versão digital (E-book)
No Brazil caminha timidamente ainda, talvez, como eu disse anteriormente, por medo de arriscar dos editores.
Editoras do Brazil e outros países ainda estão presos no passado, sem previsão de quando pensam no futuro.

 -) O que o trouxe para o Brasil? Exemplo: Nova experiência de vida, financeira, cultural e etc...

Thymonthy: Na verdade, eu vim porque minha família veio. Eu não queria vir. Há até uma história cômica da parte que eu não queria vir, mas trágica em termos de por que. Outra vez eu vou te dizer.
Mas isso não muda o fato de que eu me senti muito bem aqui, muito bem recebido e até mesmo por que não dizer, me fez popular nesta cidade muito acolhedora que é Divinópolis, onde eu já sou um longo tempo.
Mas eu vou voltar, eu não sei quando ainda, na minha cidade que eh o melhor do mundo. (Eu acho que todo mundo pensa assim de suas cidades)


 -) Como encara a situação dos moradores de rua sem estudo ou ao menos uma chance de aprender a ler e escrever?

Thymonthy: Primeiro você precisa saber quem os sem-teto e por que eles estão lá. Depois de saber quem se preocupa com eles. Muitos estão nas ruas por escolha e ainda são formadas. Aqueles que não o fizerem, todos nós somos responsáveis por eles.
Se você se deparar com uma comunidade de 100 famílias através de Necessidades e decidiu dar-lhes uma cesta durante todo o ano, para que  não morrer de fome, no final de um ano que você vê?
Você vê 100 famílias passando Necessidades.
Não temos de dar às pessoas o que elas precisam para viver. Temos que lhes dar a "vida" e assim possam decidir o que fazer com ela.

-) Já publicou algum livro?

Thymonthy: Sim. Um meio do drama intitulado "Eu Me lembro"
Coleção infantil de 12 livros, intitulado "No Fundo do Mar"

 -) Encara a literatura como hobby ou pretende levar a sério?

Thymonthy: Independente se vê como um passatempo, escrevendo livro é sério. Você estará passando informações e conhecimento para aqueles que leram.
Informação, cultura, educação e conhecimento são bens de valor incalculável e não deve ter preço. Deve ser compartilhado com o mundo e todos que nele vivem.
Ganhar dinheiro com isso, você tem que ficar em segundo plano.

  -) O que tem a dizer da suposta crise financeira mundial?

Thymonthy: A crise só existe em países que têm uma grande quantidade de dinheiro em circulação. E onde tem muito dinheiro ao redor, tudo pode ser resolvido.
Como a população está crescendo, o consumo vai crescer e mais dinheiro vem em circulação. Assim, a cada crise será temporário.
Nossos cientistas têm dor de cabeça para resolver a crise, quando a população começa a diminuir.
Os países pobres vivem uma crise eterna, como se fosse normal.

   -) Com qual livro o Thymonthy Becker se presentearia hoje?

Thymonthy: Com qualquer livro do poeta ee Cummings.
Ele era um dos favoritos de meu pai. E eu li no livro de meu pai um de seus poemas. Achei espetacular.
Era sobre correr riscos. Então eu decidi arriscar.
Correr os riscos meu amigo.

-) Qual o livro que mais marcou a vida de Rhymonthy Becker?

Thymonthy: Eu poderia dizer que o livro que eu escrevi e ainda não publicado, intitulado "E Se Fosse Verdade?". Não porque o livro tem marcado a minha vida, mas os fatos relatados neles marcou a minha vida, porque eu sou protagonista eles.
Mas li se apaixonou, como meu pai, quando eu li o livro "50 Poems" de EE Cummings

  -) Qual foi o primeiro livro que leu?

Thymonthy: Justamente este de EE Cummigs. 50 poems

 -) Tem projetos  para serem  realizados ou já esta realizando algum?

Thymonthy: Quando se trata de escrever projetos, eu tenho dois livros a serem publicados e 5 coleções infantis prontos, aguardando oportunidades que espero que acontecem este ano de 2016.
Quando se trata de projeto de vida, ser capaz de voltar a Newark. Melhor sentir falta do Brazil que de  Newark. (hhhhhhh)

  -) Fale um pouco de Thymonthy Becker.

Thymonthy: Super extrovertido, muito bem-humorado, em paz com a vida, rir muito (quase todos), raramente perco a paciência, eu acredito fortemente em pessoas (acho que um defeito), dou muito valor à família, considero amigos um bom valor , respeitar as diferenças. Eu condeno a  opressão contra qualquer povo, cor ou raça ou religião, odeio odiar. Eu gosto de assistir filmes na TV, nos cinemas, jogar jogos de vídeo games, praia, eco-turismo, passeio de carro por estradas de terra e conhecer pessoas e ouvir suas histórias de vida, tirando fotos, escrevendo (claro), do sol gosto e viver a vida como ela é.
Eu não quero ser ninguém além de mim.