sábado, 6 de fevereiro de 2016

"SOCIEDADE, PODER, E CORRUPÇÃO" 

             "O PODER  PARTE II"


Bailam no ar
Longos momentos 
De silencio
Parvo cenário
Tão vulgar a se desenhar

Um imenso contingente
De miseráveis
Pela cidade a perambular
Entre tantas figuras
Sem destino a caminhar

Nos primórdios através dos tempos
Há miséria a se multiplicar
Transpuseram a dignidade a moral
Corrompendo segregando a sociedade
Em detrimento de um País tão desigual

Ferindo códigos de honra e civilidade 
Em um paraíso de desigualdade
Impondo aos seus a submissão 
Perseguição escravidão

Somos escravos do poder
Uma nação seviciada 
Subjugando a sociedade
Um poder sem vontade

Paira no ar a corrupção
Anos se sucedem na podridão 
Semeia teus grãos
Que até na pedra germinaram 

Pobre e querido rincão
Tão fértil é teu chão...

Poeta do Sertão
   05-02-2016