terça-feira, 8 de dezembro de 2015

"TODA NUA"

 



Chega a tarde cai o sol
Desce à negra noite
À lua brilha no céu
Seu quarto seu ninho

Seu espaço, seu paraíso
Do seu amor do carinho
É de você que eu preciso
Sinto falta de seu amor

Seu quarto seus segredos
Sonhos e devaneios


Passas pelo chuveiro
Bela a cantar
Até a água em seu corpo
Parece bailar

As espumas
Por seu lindo corpo
à deslizar
Até em sintonia à passear

O sabonete
Sua pele a acariciar
Passeia por suas curvas
Imponente teu corpo a explorar

Graciosa toda charmosa
Com a toalha a fazer graça
Dança na frente do espelho
Que parece te reverenciar

Do chuveiro
Pelo quarto à desfilar
Sua exuberante sua beleza à admirar

Silhueta de mulher, tão linda e bela
À perfeição em forma de aquarela
Toda faceira e perfumada
Mais uma vez lá vai ela...


          Poeta do Sertão
              08-12-2015